segunda-feira, 26 de abril de 2010

Nothing makes sense.

A inocência de uma menina estampada em sua face; uma inocência relapsa marcada pelas idas e vindas de um tempo insano. Dor, ódio, paixão... Ideias e sentimentos que se opõem e se contradizem fazendo com que tudo perca o sentido.
Perdida no próprio caminho, o fluxo se desfaz e um enigma se cria... A solução para tal não existe, o começo é marcado pelo fim; a transição trás consigo uma verdade jamais encontrada e então a realidade começa a aparecer por detrás da nevoa.
As regras são claras, os atores não exercem controle sobre seus personagens e o narrador não hesita em alterar o roteiro. As cortinas se abrem num momento inesperado, os holofotes se apagam quando se espera luz e então começa um genuíno espetáculo.

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